É governar. Quem (?).

“O indivíduo é uma simples engrenagem num mecanismo em movimento”.
Max Weber

Todos os dados das eleições foram apresentados, bem como não faltam as análises tangentes a escolha dos brasileiros. Prefeitos e vereadores têm o mandato oriundo da vontade legítima e soberana do povo.
Na democracia e notadamente nesse pleito, o partido do eleitor é o voto.
Votação tranquila, segura em termos de pandemia, assegurada pela sociedade que não tolerou boca de urna, notícias falsas e baixaria como troca de acusações. Campo Mourão, região e destaque o Paraná, tudo na mais perfeita ordem política, social, eleitoral.
É governar, título de hoje com a interrogação que não é necessariamente dúvida, e sim a comportar dois sentidos. Governar que caberá aos eleitos no poder executivo e no poder legislativo municipais, respectivamente prefeito e vereadores no comando. Responsáveis na administração pública com muitos reflexos na vida particular e coletiva de todos os cidadãos.
Devem os mandatários não se distanciarem – pelo contrário – o mais que puderem, proporem e agirem pautados juntos com a total participação de todos, sejam eles indivíduos ou seres sociais, sobretudo.
Governar é tarefa dos eleitos, para com o povo. Governar é atribuição nossa para como aqueles no exercício das funções públicas.
Terminaram as eleições, começa e continuará a participação popular, vínculos como ideal a junção clara e legítima entre governantes e governados, eleitores e eleitos.

Fases de Fazer Frases (I)
Verdadeiro poder é o que tudo não pode.

Fases de Fazer Frases (II)
Nem tudo vem, mas tudo vai de nós.

Olhos, Vistos do Cotidiano (I)
Matias Terres, 52 anos, morreu logo após cair de encontro a um veículo estacionado e em seguida ao chão (dia nove). Ele vinha na preferencial avenida presidente John Kennedy, Lar-Paraná. O motorista que o matou atravessou vindo da rua 27 de dezembro, sem parar, seguiu sem prestar socorro, sem olhar para traz, típico de parcela de motoristas que continuam matando e fugindo sem prestar socorro. Culpados e hediondos no trânsito mourãoense.
Imagens mostram tudo: a morte, a covardia fria do culpado e fujão motorista. Como a placa dele caiu com o atropelamento, a Polícia Civil foi atrás e localizou o veículo e o motorista, ambos escondidos. Como não teve jeito, ele “resolveu” se apresentar. Não viu o que fez. Não viu quem ele matou. Quem não vê mais nada é a vítima morta e a família momentaneamente cega ante a brutal morte do Matias e a nugacidade fria da omissão de socorro do motorista.

Olhos, Vistos do Cotidiano (II)
Quinta, 19, supermercados Carrefour, Porto Alegre, João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, negro, foi espancado mesmo já derrubado ao chão, até morrer, por dois seguranças. Se de fato João xingou a caixa, nada justifica e sequer explica tamanha e assassina violência. A repercussão, mundo a fora, se dá no dia da chamada consciência negra. É, Xica da Silva e Zumbi dos Palmares sofrem, morrem vítimas da violência de todos os dias no Brasil.

Farpas e Ferpas (I)
Consciência nunca deixa perder o voto.

Farpas e Ferpas (II)
Apuração. A pura ação. Apuro e apuramento: tudo é voto, dado e recebido.

Reminiscências em Preto e Branco (I)
Nos 32 anos, tempo desta Coluna, a política e poder sempre foram temas de relatos análises e opiniões. As eleições e governantes, conjunturas e nomes, até por mais de uma vez, resultaram em textos.
Desde 1988, estreia deste espaço, escrevi sobre todos os presidentes, nove no total: José Sarney (assumiu devido a morte de Tancredo Neves), Fernando Collor (cassado), Itamar Franco (vice que assumiu), Fernando Henrique Cardoso (reeleito), Luiz Inácio Lula da Silva (reeleito), Dilma Rousself (reeleita e cassada), Michel Temer (vice que assumiu) e o atual Jair Bolsonaro. A chamada normalidade institucional, democrática de quem começou, concluiu o mandado e entregou para o outro que ocorreu o mesmo, concluiu o mandato, infelizmente só dois presidentes, FHC e Lula.

Reminiscências em Preto e Branco (II)
Prefeitos de Campo Mourão aqui registrados e retratados: José Pochapski, Augustinho Vecchi, Rubens Bueno, Tauillo Tezelli (quando foi instituído a reeleição e ele foi reeleito), Nelson José Tureck (reeleito), Regina Dubay (não reeleita) e Tauillo Tezelli (agora reeleito). São sete prefeitos. São ao todo 10 mandatos.

Reminiscências em Preto e Branco (III)
Tantos presidentes quantos prefeitos anteriores ao começo desta Coluna (1988), sobretudo pelos aspectos históricos, foram relevantemente retratados. Não basta a história. É indispensável o registro dela. Também análises.

José Eugênio Maciel | [email protected]

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